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22 fevereiro 2012

Contágio bom!



Pesquisadores dos EUA afirmam 
que emagrecimento 
é socialmente “contagioso”.


Emagrecimento Contagia
Não se trata de um vírus ou de uma bactéria. Mas pesquisadores da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, afirmam que emagrecimento é algo contagioso! Segundo o estudo – realizado em uma competição online de perda de peso –, companheiros de equipe influenciaram tanto uns aos outros a se livrarem dos quilos a mais que a redução de medidas foi claramente revelada através de estímulo e apoio mútuos.
Já é sabido que a obesidade pode ser socialmente contagiosa. Mas de acordo com a autora da pesquisa,Tricia Leahey, o presente estudo é o primeiro a examinar os efeitos entre colegas sobre o emagrecimento individual durante essas competições, mostrando que as redes sociaisdesempenham um papel importante na perda de peso.
A competição online foi realizada no decorrer de 12 semanas. Os participantes aderiam a uma equipe e podiam competir com outras equipes em três categorias: perda de peso, atividade física e contagem de passos.
A categoria da perda de peso reuniu 3.330 indivíduos com sobrepeso ou obesos (Índice de Massa Corporal de 31,2 ou mais), representando 987 equipes com uma média de 5 a 11 membros em cada. Grande parte dessas pessoas estava matriculada nas três categorias.
Mesmas Equipes
Os resultados de perda de peso foram notadamente determinados pela equipe a qual o indivíduo estava vinculado. Observou-se que os participantes que perderam quantidades clinicamente significativas de peso (pelo menos 5% do seu peso corporal inicial) eram das mesmas equipes.
Além disso, o fato de se estar em um grupo com mais colegas nas categorias de perda de peso também foi associado com um maior emagrecimento.
Os próprios participantes relataram que níveis mais elevados da influência social do companheiro aumentaram suas chances de conseguir uma perda de peso significativa em 20%. Este efeito foi mais forte do que qualquer outra característica da equipe.
A Circunstância
Na opinião de Leahey, a circunstância em que os indivíduos ficaram rodeados por outros com objetivos de saúde semelhantes aos seus pode ter realmente ajudado em seus esforços para perder peso.
Mas a autora da pesquisa também notou que características individuais estavam associadas com os resultados de peso. Por exemplo: os obesos apresentaram maior porcentagem de emagrecimento do que os participantes com sobrepeso, assim como os líderes das equipes perderam mais peso do que os demais membros, possivelmente devido à sua maior motivação e engajamento na campanha.
Para promover os custos-benefícios atingidos com iniciativas de perda de peso, equipes de intervenções para emagrecimento estão atuando nas redes sociais para aumentar a popularidade do programa e também como uma forma de incentivar a perda de peso em grandes grupos de pessoas.
Doença Grave
obesidade continua a ser uma doença comum, grave e cara nos Estados Unidos. De acordo com o Centro de Controle de Doenças e Prevenção americano, cerca de 1/3 dos adultos norte-americanos são obesos, e nenhum Estado alcançou o objetivo de reduzir em 15% a obesidade da população. A obesidade e os problemas de saúde relacionados, incluindo doenças cardíacas e diabetes, continuam a ter um impacto econômico significativo no sistema de saúde dos EUA, custando ao país centenas de bilhões de dólares por ano.

Fonte: ABESO

03 fevereiro 2012


Quer emagrecer e ter uma vida mais saudável? Então aposte nesses quatro alimentos listados pela revista SAÚDE!. Eles foram destaques de pesquisas recentes realizadas por grandes universidades e institutos. Dê uma olhadinha aqui:

  • 1. Rúcula
    Você sabia que essa hortaliça faz bem para o estômago? Cientistas da Universidade King Saud, na Arábia Saudita, descobriram que essa folhinha verde especial tem um potente efeito contra gastrites e úlceras. E mais: "Além de vitaminas e minerais, ela tem ômega-3, gordura de atividade anti-inflamatória", ressalta a nutricionista Mariana Excel, do Hospital Samaritano de São Paulo, em entrevista à revista SAÚDE!. E o melhor: é pouco calórica (apenas 25 calorias em 100 g). Nesse calor, que tal preparar uma refrescante salada de rúcula, cenoura e queijo? Só evite picá-la, porque assim ela perde mais rápido suas propriedades.

    2. Aveia
    A aveia foi catalogada como um dos primeiros alimentos funcionais da história, porque, além de dar energia ao organismo, fornece também substâncias capazes de evitar doenças. É que esse grãozinho é carregado de uma fibra solúvel, a betaglucana, que reduz o colesterol ruim, auxilia a controlar a carga de açúcar no sangue, diminui o risco de alguns tumores e o principal: gera saciedade, diminuindo a fome. Só não pode exagerar na quantidade, pois ela é calórica (380 calorias em 100 g). Esse cereal é muito versátil. Pode ser misturado a frutas, iogurtes e vitaminas. Você também pode usá-lo como ingrediente em pães e bolos.
    3. Melancia
    Um trabalho da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, descobriu que a melancia faz bem à circulação sanguínea. A pesquisa revelou que o suco dessa fruta diminui a massa gorda e a formação de placas nos vasos. Isso acontece graças a uma substância chamada citrulina. Dentro do corpo, ela aciona um mecanismo de relaxamento das artérias. Só uma alerta! Apesar de pouco calórico (apenas 33 calorias em 100 g), esse alimento tem bastante açúcar, por isso é melhor consumi-lo entre as refeições para evitar picos glicêmicos.

    4. Feijão
    Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde constatou que o brasileiro está comendo cada vez menos feijão. Vamos reverter esse resultado? Todas as variedades desse grão são muito nutritivas! Elas contêm proteína, fibras e minerais como o ferro, que afasta a anemia. "Mesmo quem está de regime pode consumi-lo, uma vez que ele contribui para a saciedade e ajuda a preservar a massa magra", aconselha a nutricionista Carolina Duarte, da clínica Nutrício, em Belo Horizonte, em entrevista à revista SAÚDE! As calorias variam de 61 (o tipo carioca) até 136 (o branco). 

13 janeiro 2012

Santo hormônio!


Novo hormônio imita efeito emagrecedor de exercício físico

Batizado de 'irisin', hormônio produzido durante atividade física poderia trazer o mesmo efeito benéfico — mas com menos suor



Novo hormônio produzido durante a atividade física poderia auxiliar no combate à obesidade
Novo hormônio produzido durante a atividade física poderia auxiliar no combate à obesidade (Thinkstock)

Um novo hormônio, que é ativado durante a atividade física, pode ser uma promessa no combate à obesidade e também às doenças que aparecem em decorrência dela, como diabetes e problemas cardiovasculares. Batizado de 'irisin', o hormônio é idêntico em camundongos e humanos e é capaz de promover uma espécie de energia que queima gordura.
CONHEÇA A PESQUISA


Título original: A PGC1-α-dependent myokine that drives brown-fat-like development of white fat and thermogenesis

Onde foi divulgada: revista Nature

Quem fez: Pontus Bostrom e equipe

Instituição: Instituto do Câncer Dana Farber, em Boston

Resultado: A partir de testes em ratos, os pesquisadores descobriram um novo hormônio que poderia auxiliar no combate à obesidade.  Ratos alimentados com uma dieta rica em gordura e que receberam o novo hormônio queimaram mais energia e tiveram o menor peso corporal quando comparados com ratos que receberam placebo.
Para chegar ao novo hormônio, os pesquisadores do Insitituto do Câncer Dana Farber, em Boston, analisaram as funções da proteína PGC1-alpha — relacionada aos benefícios dos exercícios, como a resistência à síndrome metabólica. "O hormônio traz uma mensagem do músculo para o tecido adiposo", disse o autor do estudo, Pontus Bostrom, ao site daNew Scientist.
Ratos alimentados com uma dieta rica em gordura e que receberam o novo hormônio queimaram mais energia e tiveram o menor peso corporal quando comparados com ratos que receberam placebo.
Especular sobre as possibilidades de um hormônio que imita o efeito do exercício é fácil, mas explicar a sua existência é "um pouco mais complicado", afirmou Bostrom.
Como funciona - O tecido adiposo é constituído por dois tipos: gordura branca, cuja função é acumular energia no corpo; e a gordura marrom, que      auxilia a queima de calorias ao gerar calor corporal.

Saiba mais

GORDURA MARROM

O tecido adiposo marrom, também chamado de gordura "boa", é abundante em recém-nascidos e em crianças até a puberdade. Sua principal função é manter a temperatura do corpo. Ao transformar a gordura corporal em calor, esse tecido libera a energia excedente, em vez de acumulá-la.
No estudo publicado neste mês pela Nature, os cientistas injetaram o novo hormônio nas células de gordura branca dos camundongos. Eles perceberam que as células se tornaram células de 'gordura bege', que poderiam ser equiparadas à gordura marrom, capazes de queimar calorias para gerar calor corporal.
Jan Nedergaard, que estuda de gordura marrom no Instituto Wenner-Gren da Universidade de Estocolmo, na Suécia, afirmou à New Scientist que o hormônio irisin "pode ser interessante para todas as  questões relacionadas à obesidade."




Do site da revista Veja  que você pode acessar, clicando aqui
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Beijos!
Aurea