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21 dezembro 2012

A Sílvia conseguiu!


Ela emagreceu 102 quilos sem remédios ou cirurgia


Sílvia Bonini conseguiu emagrecer em quatro anos com terapia e força de vontade. Foto: Divulgação
Sílvia Bonini conseguiu emagrecer em quatro anos com terapia e força de vontade
Foto: Divulgação


Se você faz parte do grupo de mulheres que vive em guerra com a balança só para reduzir alguns centímetros da cintura, já sabe que emagrecer não é nada fácil. Agora, imagine perder mais de 100Kg, sem qualquer ajuda dos recursos rápidos e tentadores da medicina. Parece uma missão impossível? Não foi para a antropóloga Sílvia Bonini Regiani, de Londrina (PR)
Acredite, Sílvia realizou a proeza de passar dos 167Kg para os atuais 65Kg, em quatro anos, basicamente com força de vontade e terapia. Hoje, aliás, com a auto-estima lá no alto, fez questão de registrar sua história de luta e sucesso no recém-lançado livro Mulhersegura.com - 102 quilos a menos sem redutores de apetite e sem cirurgias (Artgraf Gráfica e Editora).

Quem acha que a autora recheou as páginas com alguns truques novos e dietas malucas pode se decepcionar. "Algumas pessoas compram o livro achando que vão descobrir receitas para cozinhar e tomam um tapa na cara", alerta Sílvia. O objetivo da antropóloga foi narrar a sua difícil relação com a comida desde a infância, seus problemas de saúde desencadeados pela obesidade e, finalmente, como conseguiu dar a volta por cima.

Sua relação com a comida
Aos 27 anos, no auge da sua obesidade, Sílvia (com 1,81m e 167 kg) recebeu um ultimato de seu médico: ou ela perdia peso ou poderia morrer. O aviso não foi dado simplesmente para assustá-la - e, quem sabe, motivá-la a fechar a boca. A antropóloga já sofria com diabetes tipo 2, hipertensão e hipotireoidismo, desencadeados pelos quilos em excesso, e o seu estado de saúde só poderia piorar.

Por conta dessas doenças, aliás, ela também foi obrigada a abrir mão de inibidores de apetite e da redução de estômago. Ou seja, sua única saída foi recorrer à boa e velha recomendação: reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos. Antes, porém, de começar a se mexer Sílvia precisou lidar com o peso das emoções. 

"Foi muito dolorido, eu tinha uma relação emocional muito forte com a comida, e tiraram isso de mim, de uma só vez", conta. A antropóloga se refere a todas as questões psicológicas que envolvem a obesidade (uma doença que está longe de ser um problema apenas estético e físico). Não foi à toa que, durante o processo de emagrecimento, a autora precisou contar com a ajuda de um psiquiatra, além do endocrinologista e de um médico especialista em tireóide, diabetes e hipertensão. 

Segundo Sílvia, essa ajuda foi essencial para que ela começasse a se aceitar, a recuperar sua auto-estima e a lutar contra o problema. Foi o psiquiatra que a ajudou a superar a ansiedade e os sintomas de depressão.

A antropóloga sempre foi aquela criança gordinha que a família tanto gosta. Os familiares adoravam agradá-la com guloseimas e a incentivaram bastante a ter gosto pela comida."As pessoas herdam não somente os genes, mas o ambiente também", concorda o endocrinologista Márcio Mancini, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso). "A criança internaliza os costumes de alimentação da família", explica.

O problema é que, na escola, Sílvia e tantos outros gordinhos como ela precisaram lidar com as discriminações, os apelidos, a humilhação. Esse sentimento de não pertencer ao grupo costuma ser combatido, então, com a comida.

"O ato de comer ativa a área da recompensa e do prazer no cérebro que, quando estimulada, faz você se sentir feliz", explica a neurologista Denise Menezes, professora do curso de Psicologia do Desenvolvimento da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "É a mesma área estimulada com o uso de drogas ou quando se está apaixonado. Ela proporciona uma sensação de bem-estar, felicidade, plenitude."

Comer, portanto, era um vício para Sílvia. "Fiquei escrava da comida, às vezes, nem percebia que estava comendo", desabafa. Silvia ingeria quatro mil calorias, diariamente, e reduzir esse nível para duas mil calorias foi um sacrifício. "No começo, eu me declarei morta, porque perdi a única relação que eu ainda tinha com o mundo, que era com a comida", conta.

Processo lento e difícil
Desde pequena, a maneira que Sílvia encontrou de se proteger dos olhares preconceituosos e das provocações externas foi tornar-se uma menina agressiva, isolada. E esse jeito fez com que o processo de emagrecimento se tornasse ainda mais difícil.

Ela lembra que precisou, primeiro, admitir que precisava de ajuda e começar a enxergar quem era e por que estava agredindo a si própria (descontando suas frustrações na comida, inclusive) e as pessoas ao redor. "A maior dor da minha vida foi quando descobri que ninguém iria me salvar, que eu deveria tomar uma atitude. Chorei por três dias seguidos", conta.

Buscar ajuda na terapia foi o primeiro passo para Sílvia começar a mudar suas atitudes frente à mesa e à vida. Segundo a neurologista Denise, quando o prazer de comer é uma tentativa de suprir alguma carência, a comida ingerida nunca será suficiente, porque sempre ficará a sensação de vazio. "Nesse caso, uma boa terapia ajuda a investigar qual é, afinal, a razão dessa compulsão alimentar", garante a especialista. Decifrada a mensagem, o tratamento fica mais fácil, não há mais razão para associar a comida a essa necessidade.

O endocrinologista Mancini concorda, mas seu conselho é procurar ajuda o quanto antes. "Uma criança obesa tem mais chance de ter enfarte na idade adulta. A maior parte das crianças gordinhas vai ser um adulto gordinho", avisa. Além disso, de acordo com o médico, histórias de sucesso, como essa de Sílvia -- sem ajuda de qualquer recurso da medicina -- são muito difíceis.

A volta por cima
No início do tratamento, a antropóloga não conseguia caminhar por um quarteirão sem ficar exausta. "Eu não conseguia me levantar para tomar banho de tantas dores no estômago e nas pernas. Também sofria com dores de cabeça horríveis. sem contar que me sentia pequena, humilhada", confessa.

O esforço demorou a proporcionar resultados - foram quatro anos de luta. Mas valeu a pena. Hoje, Sílvia não consulta mais o psiquiatra. Aliás, ela é o tipo de mulher que exala segurança e auto-estima por onde passa. "Eu tenho prazer de dizer que fui obesa, porque, se a obesidade não tivesse entrado na minha vida, eu nunca teria descoberto a Silvia, e a Silvia é tão bacana...", orgulha-se.

Sua rotina, atualmente, é acordar às 5h30 para uma caminhada de 8km e controlar a alimentação, sem grandes sacrifícios: ela garante que come de tudo, menos fritura, porque passa mal.

Também continua na companhia de dança flamenca que começou a freqüentar durante o tratamento. "Vou todos os dias. E só saio de lá quando me arrancarem as pernas", brinca. "A pessoa precisa se adaptar às atividades físicas que lhe dão prazer. O importante é pensar que o que você vai ganhar com isso compensa a obrigação e rotina às quais você se impõe", ensina.

Quanto ao seu estado de saúde, Sílvia diz que só continua tomando o remédio para o controle do hipotireoidismo, nada mais. "Eu estou curada, espero continuar assim até meus 100 anos", comemora.

Lições de uma ex-obesa
Por entender que a luta contra a balança é mesmo bem difícil e admitir que muitas vezes pensou em desistir, Sílvia dá algumas dicas para quem quer vencer a obesidade.

- O primeiro passo é assumir o seu peso. Diga "eu tenho 180 quilos, não estou feliz e quero ser melhor";

- Não ter medo de enfrentar o processo com a ajuda de um psiquiatra. Controlar a depressão e a ansiedade é fundamental;

- Não ter medo de abrir o jogo com amigos e família para exigir respeito deles. Não tenha medo de falar o que está se passando, que você está lutando contra isso;

- Mesmo que erre, mesmo que desista em algum momento, tente recuperar as forças. Levante a cabeça e siga em frente.

Serviços
Silvia Bonini Regiani - antropóloga
Autora de Mulhersegura.com - 102 quilos a menos sem redutores de apetite e sem cirurgias, que pode ser adquirido pelo site da autora, na Livraria Porto e em breve também na Livraria Cultura
www.mulhersegura.com
www.livrariasporto.com.br
www.livrariacultura.com.br

Márcio Mancini - presidente do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e presidente da Abeso e endocrinologista do Hospital das Clínicas da USP
www.abeso.org.br/marciomancini

Denise Batista de Castro Menezes - neurologista e professora do curso de psicologia do desenvolvimento da PUC
www.neuromedmente-corpo.med.br
Fonte: http://mulher.terra.com.br/

08 outubro 2012

Ansiedade


Pequenos hábitos podem combater a ansiedade

O autocontrole é a melhor saída para diminuir o nível de ansiedade
A ansiedade já faz parte da nossa rotina e o excesso dela pode comprometer o bem-estar, levar ao estresse e até o surgimento de doenças e transtornos alimentares, como a anorexia nervosa, bulimia nervosa, alimentação compulsiva, entre outros. No entanto, há uma série de hábitos saudáveis que podem contribuir para o autocontrole, diminuindo assim o nível de ansiedade.
 
Dê atenção à alimentação - Descontamos a ansiedade de diversas formas portanto, ao iniciar uma refeição, preste atenção na alimentação, coma devagar e mastigue bem os alimentos, isso proporcionará uma maior sensação de saciedade.
 

Exercite-se! - Se quiser obter o controle das reações da mente e do corpo, abuse dos exercícios. O estresse e situações estressantes estão diretamente relacionados com a ansiedade. Por isso, para combatê-la, a atividade física pode ser uma ótima alternativa.
 

Estimulantes - A ansiedade pode ser estimulada sem ao menos notarmos, por isso, evite álcool, bebidas com cafeína, chás verdes e cigarros, pois estas substâncias são estimulantes e podem aumentar a sensação de nervosismo.
 

Ambiente - A ansiedade está fortemente associada à compulsão, por isso, quando for hora de relaxar, por exemplo, durante as refeições, fuja de ambientes agitados, e evite distrações como assistir televisão, usar o computador ou celular. Isso ajudará a ter uma refeição mais tranquila, adequada e agradável.
 

Doces - No momento da ansiedade, muitas pessoas optam por comer doces. Se essa vontade for grande, dê preferência aos alimentos com baixas calorias, como gelatinas, balas de alga, doces com frutas e até mesmo frutas. Desvie o foco! - Não desconte a ansiedade nos alimentos. Desvie o foco da comida e busque fazer outras atividades, como ouvir música e assistir um filme. Tenha sempre uma alternativa para deixar o alimento de lado e relaxar.
 

Beba chá - Os chás que contêm substâncias sedativas suaves também ajudam no autocontrole. Dê preferência para os chás de melissa, camomila e erva doce. O maracujá também possui propriedades calmantes, tanto a fruta como suas folhas.
 

Concentração - Normalmente em momentos onde a ansiedade está alta, nossa respiração muda, e passa a ficar rápida e curta. Nessa hora é indispensável se concentrar e para deixar a respiração completa e profunda. Ocupe-se! Outra dica é manter a mente ocupada. Estando com a mente ocupada, a ansiedade não terá espaço.
 

Autoconhecimento - Algo muito importante é se conhecer e entender os pontos que devem ser melhorados ou aperfeiçoados. Descubra quais são as suas fraquezas, pois o autoconhecimento ajuda a controlar a ansiedade.
 
 
 
Bruna Pinheiro
Nutricionista Dieta e Saúde 
CRN3: 35001/P

15 abril 2012

III Marcha Brasil Contra a Corrupção






Vai ser em Brasília. 
É longe...
 mas é muito bom saber que "está acontecendo"!

Beijos !
Aurea




sábado, 21 de Abril de 2012
10:00 até 14:00


O MBCC - Movimento Brasil Contra a Corrupção, grupo apartidário, ordeiro e pacífico, que organizou, com ajuda de outros movimentos afins e o povo de Brasília, as históricas marchas contra a corrupção e impunidade dos dias 07/09/2011 (+60 mil pessoas) e 12/10/2011 (+20 mil pessoas) em Brasília, convoca todos os brasileiros a trazer a sua bandeira do Brasil, seu grito e sua indignação para mais essa marcha.

*** Nossa luta principal é o FIM DA CORRUPÇÃO e da IMPUNIDADE NO BRASIL! ***

Na ultima marcha de 12/10/2011, mais de 20 mil pessoas protestaram pacificamente nas Esplanda dos Ministérios em Brasília, sem o registro de sequer um incidente, levantando as 3 bandeiras (ações) defendidas pelo MBCC naquela oportunidade - Constitucionalidade da Lei do FICHA LIMPA, Manutenção das Atribuições Constitucionais do CNJ e o Fim do VOTO SECRETO Parlamentar.

O Povo nas ruas protestando foi decisivo, e o STF, pressionado pelo apoio e clamor popular, cedeu a interesses excusos em detrimento ao interesse maior desse Povo e da Nação, e ,em decisões historicas para o Brasil, aprovou em 09/02 e 6/02/2012 a constitucionalidade tanto das atribuições e validade do CNJ e do FICHA LIMPA, inclusive para as eleições deste ano (2012).

Num País corroido historicamente pela Corrupção e Impunidade, com uma coisa comum, normal, infelizmente, temos vários outras bandeiras, conforme breve relação abaixo que apresentaremomos para uma discussão democrática. Portando, precisamos construir, conjuntamente, ações concretas e eficientes para conseguirmos viabilizar meios de combatê-las na prática, assim como ocorreu com o FICHA LIMPA e o CNJ, recentemente, dando um importante passo para eliminar ou mitigar a Corrupção e Impunidade no Brasil:

* - PELA DEFESA DAS ATRIBRIBUIÇÕES CONSTITUCIONAIS DO CNJ - CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PARA INVESTIGAR E JULGAR MAGISTRADOS POR DESVIOS ÉTICOS E DISCIPLINARES.
=> aprovado STF. 09/02/2012 (Vitória do Povo).
* - PELA APLICAÇÃO DA LEI DA FICHA LIMPA JÁ NAS ELEIÇÕES DE 2012.
=> Aprovado STF. 16.02.2012. Vitória do Povo)

Unidos somos imbativel. Agora vamos pressionar para o Congresso Nacional para aprovar o FIM DO VOTO SECRETO PARLAMENTAR, sendo essa nossa bandeira remanescente para a III Marcha, dentre outras definidas, conforme a seguir:

O MBCC definiu as seguintes propostas para III Marcha:

a) Pauta Nacional:
• FIM DO VOTO SECRETO PARLAMENTAR
• FICHA LIMPA PARA TODOS
• JULGAMENTO DO MENSALÃO (Mensalão aqui não!)
• 10% DE REPASSE DA UNIÃO PARA SAÚDE (Saúde é 10%)

b) Pauta Local:
• GDF – MORALIZAÇÃO JÁ!
Venha exercer sua cidadania no Aniversário de Brasilia!

***** X ***** X ****** X ***** X ****** X

Rol de Temas:
*- FIM DO VOTO SECRETO NAS DELIBERAÇÕES DO CONGRESSO QUE INCIDAM SOBRE O COMPORTAMENTO ÉTICO DOS PARLAMENTARES.

*- FIM DA IMUNIDADE PARLAMENTAR E DO FORO PRIVILEGIADO
*- FIM DO CLIENTELISMO POLÍTICO, E PELA VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA DOS 3 PODERES DA REPÚBLICA
* PUNIÇÃO PARA OS CORRUPTOS, COM A TRANSFORMAÇÃO DA CORRUPÇÃO, APOS A AMPLIAÇÃO DE SUA TIPIFICAÇÃO, EM CRIME HEDIONDO.
* - FIM DA PRESCRIÇÃO DE CRIMES DE CORRUPÇÃO.
* - EXTENSÃO DO FICHA LIMPA PARA AS INDICAÇÕES DE CARGOS DE CONFIANÇA NO LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO, SÓ PODENDO ASSUMIR O CARGO SE NÃO TIVER SIDO CONDENADO POR UM COLEGIADO. FICHA LIMPA PARA TODO MUNDO, DESDE MINISTROS E TODOS OS CARGOS DE CONFIANÇA.
* - PELA REDUÇÃO DOS CARGOS COMISSIONADOS. DIMINUIÇÃO DO PRÓPRIO NÚMERO DE POSTOS DISPONÍVEIS PARA CARGOS DE CONFIANÇA (NOMEAÇÃO POLÍTICA).
* - PELA TRANSPARÊNCIA DOS GASTOS PÚBLICOS. ADOÇÃO DE TOTAL TRANSPARÊNCIA, VIA INTERNET, NAS CONTAS DO GOVERNO E NA DIVULGAÇÃO DOS FINANCIAMENTOS DE CAMPANHAS ELEITORAIS.
* - PELO ENSINO GRATUITO E DE QUALIDADE (10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO), INCLUSIVE PARA O ENSINO SUPERIOR.
* - PELA MELHORIA DA SAÚDE PÚBLICA.
* - PELA REFORMA TRIBUTÁRIA PARA DESONERAR O SETOR PRODUTIVO.
* - PELA REFORMA PREVIDENCIÁRIA, COM IGUALDADE DE CONDIÇÕES TANTO PARA O SETOR PÚBLICO COMO PARA O PRIVADO.
* - PELO FIM DO VOTO OBRIGATÓRIO.
 Clique AQUI para acessar o site do movimento.

N

02 abril 2012

Vendo o mundo de um jeito diferente

2 de Abril - Dia Mundial da Conscientização do Autismo



Você sabia? 
O autismo é uma síndrome que atinge quase 2 milhões de brasileiros.
Em crianças, o autismo é mais comum que o câncer, a AIDS e o diabetes.
No mundo, a ONU estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo.


30 março 2012

Você vai tomar consciência ou mais um drink?




No país do "jeitinho", será que é querer demais que os responsáveis por mortes brutais sejam devidamente enquadrados nos crimes que cometeram?



Clique no link e assine a petição:           http://naofoiacidente.org/blog/



Beijos !
Aurea




15 março 2012

Adoçante: mitos e verdades


Entenda como consumir adoçantes de forma segura


Fonte: Gnt

Por Renata Demôro 

Adoçantes engordam? Podem causar câncer? Qual a quantidade recomendada? Indicados para diabéticos e dietas com restrição de açúcar, o produto deve ser consumido com cautela. A seguir, o médico nutrólogo Fernando Chueire, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e a nutricionista Carolina Paz, da rede de suplementos nutricionais Sports Nutrition Center, respondem o que é verdade ou mito em relação aos adoçantes. Confira:


  • 1
    Como os adoçantes não contêm calorias, posso ingerir o quanto quiser
    Mito. O nutrólogo Fernando Chueire diz que, para não oferecer riscos à saúde, o consumo de adoçantes deve respeitar os limites de ingestão diária aceitável (IDA). “Para encontrar os valores máximos para cada pessoa é preciso multiplicar a quantidade de determinado adoçante pelo peso corporal. Mas vale ressaltar que é difícil ultrapassar as recomedações diárias. Por exemplo, uma pessoa que pesa 60 Kg pode ingerir até 2.200 mg de aspartame, o  que significa que ela pode beber até 6,3 litros de refrigerante diet ou light em um único dia”, explica o médico. Confira os valores máximos diários para cada tipo de adoçante:
    Aspartame: 40 mg x peso corporal 
    Acesulfame K: 15 mg x peso corporal    
    Ciclamato: 11 mg x peso corporal    
    Sacarina: 5 mg x peso corporal    
    Sucralose: 15 mg x peso corporal     
  • 2
    Adoçantes causam câncer
    Parcialmente mito. De acordo com a nutricionista Carolina Paz, “quando consumidos regularmente em excesso e acima dos valores recomendados os adoçantes podem possuir efeito tóxico sobre o organismo e, assim, aumentar os riscos de incidência de câncer”. Fernando Chueire explica que “o resultado dos estudos, realizados até o momento, não comprovou a relação dos adoçantes com o desenvolvimento de câncer”.
  • 3
    Adoçante engorda
    Parcialmente mito. De acordo com estudo publicado na revista "NeuroImage", a sensação de saciedade ao consumir o mesmo produto com açúcar ou na versão diet é diferente. A falta da glicose, responsável por liberar neurotransmissores que dão sensação de bem-estar, pode levar ao consumo exagerado de produtos em versão dietética, que podem conter muita gordura e, assim, promover ganho de peso.  Segundo Carolina Paz, “os adoçantes possuem pouco ou nenhum valor calórico e, portanto, não engordam diretamente. Indiretamente, eles podem engordar, já que certas pessoas aumentam o consumo de produtos nas versões diet e light por achar que não vão ganhar peso consumindo itens sem açúcar”.
  • 4
    Crianças não devem consumir adoçantes
    Mito. Para Fernando Chueire, o crescente número de crianças obesas ou com sobrepeso pode justificar a substituição do açúcar por adoçantes. “Crianças diabéticas também podem fazer uso do produto, sempre com orientação médica e nutricional adequada”, explica o nutrólogo.
  • 5
    A estévia é inofensiva à saúde
    Verdade. Apesar do sabor residual forte, é o adoçante mais recomendado por médicos e nutricionistas. “A estévia é um adoçante natural. Estudos em animais e humanos indicam que essa substância possui propriedades anti-hipertensivas e que poderiam reduzir a glicemia em pacientes com diabetes tipo 2”, diz Carolina Paz.
  • 6
    Grávidas não devem ingerir adoçantes
    Parcialmente verdade. O nutrólogo Fernando Chueire diz que ainda não existem dados conclusivos sobre a relação entre o consumo de adoçantes pelas grávidas e má formações fetais. “Somente diabéticas e mulheres que precisam controlar o ganho de peso devem ingerir adoçantes durante a gravidez, dando preferência para a sucralose, acessulfame K, estévia e aspartame”, explica o médico.
  • 7
    A sucralose não faz mal à saúde
    Verdade. A nutricionista Carolina Paz diz que “a sucralose é o adoçante que possui sabor mais próximo do açúcar, já que é um derivado da cana. Ela é altamente estável em diferentes temperaturas e, de acordo com estudos realizados até o momento, não causa cáries”. 
  • 8
    Adoçantes podem ser consumidos por qualquer pessoa
    Parcialmente verdade. Em geral, qualquer pessoa pode ingerir adoçantes, desde que respeite a quantidade máxima recomendada. De acordo com Fernando Chueire, “o aspartame está contraindicado para portadores de fenilcetonúria, já que pode dar origem ao retardo mental. O problema é facilmente diagnosticado em recém-nascidos, através do chamado Teste do Pezinho”.
  • 9
    Somente diabéticos devem consumir adoçante regularmente
    Mito. Fernando Chueire explica que “pessoas obesas ou com sobrepeso podem substituir o açúcar por adoçante, desde que respeitem a ingestão máxima recomendada. Além das bebidas, como café e sucos, é preciso levar em consideração a quantidade de adoçante contido em produtos industrializados diet ou light, como bolos, biscoitos, balas e refrigerantes”. Segundo Carolina Paz, “estévia e sucralose são os adoçantes mais indicados para consumo diário, já que são menos propensos a causar qualquer tipo de dano ao organismo”.